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Chegou o trailer do filme da Dory!!!1!

Ela nos ensinou a continuar a nadar, falar baleiês e com certeza representou muitos de nós nas telonas com a sua super hiper mega memória e o seu jeito durão também, né?

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Pois chegou o momento de curtir um filme só da Dory, é lindo e eu sei que você vai se emocionar!

AHHHHH MEU DEUS QUE DEMAAAAAAAAAIS!!!!!

Ok, respira, relaxa…

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O filme só chega ano que vem e por isso temos que ter paciência e enquanto isso continuar a nadar.

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A vida é estranha…demais.

Se você pudesse voltar no tempo, mudaria muita coisa da sua vida?

Aquele choro sem sentido, o conselho errado ou a rua sem saída. Tudo vira enredo e muitas vezes temos a vontade de apagar do nosso livro da vida, alguma fase ou sentimento ruim. Isso poderia trazer duras consequências sem que tivéssemos uma segunda chance. Assim é a vida. única e insubstituível. 

Sou gamer assumido. Minha família e amigos sabem.  Jogo videogame desde catatau e me vejo no futuro um velhinho gamer.

Hoje eu vou dar uma dica de um jogo bem light que mexeu com os meus sentimentos e me fez ficar preso na frente da TV por um bom tempo, refletindo como seria a minha vida, se eu pudesse reverter certas ações.

Deixa só eu explicar o termo “Light”. Passei um bom período na infância tomando controlada na cara quando jogava com os meus primos. Muita gente tem essa falta de coordenação, e não posso julgar. Eu mesmo sou total descoordenado para certas coisas.

Chamo esse game de “Light” pois não exige grandes malabarismos no controle, tal qual grande experiência como gamer pois estamos falando aqui de um universo de certa forma novo, mas que vem se tornando bem popular, o chamado “interactive game”

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Resenha: Mosquitolândia – David Arnold

    E aí, pessoal! A resenha dessa semana é de Mosquitolândia, um livro super diferente e que merece ser lido! Não esquece de deixar nos comentários o que achou do livro ou se tem vontade de lê-lo. E bora pra resenha!

    Mary Iris Malone, ou apenas Mim, é uma garota de 16 anos que mora com o pai e a madrasta em Mississippi. Com uma personalidade forte, Mim desde o início deixa claro que não está nada bem e é uma personagem um tanto quanto complicada. Após escutar uma conversa entre o pai e a madrasta, Kathy, Mim descobre que sua mãe está doente e então parte(foge, melhor dizendo) para Cleveland, seu antigo lar, atrás de Eve, sua mãe.

    Mosquitolândia é o primeiro livro de David Arnold e a minha única vontade é bater palmas pra esse carinha incrível. Esse livro foi um acaso maravilhoso. Com uma capa fofa e um nome esquisito, achei-o na livraria da Travessa(também conhecida como paraíso) e confesso que nem esperava tanto assim. O livro foi lançado por aqui pela editora Intrínseca! Além de uma diagramação impecável e várias surpresas, Mosquitolândia se tornou um dos meus preferidos.

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     A grande maioria dos livros infanto-juvenis se tornam uma coletânea de draminhas e romances e isso me incomoda bastante. Mosquitôlandia vai bem além: trata de problemas familiares,amizades, incertezas, depressão, remédios desnecessários e um tanto de outros “assuntos pesados” – como diz Mim. O livro começa direto e reto, sem muita enrolação, o que me deixou bem empolgada. Ao longo do livro, além da história em si, Mim lista os motivos pelos quais resolveu fugir em forma de cartas, alternando a narrativa de forma incrível. Uma característica do autor é retomar assuntos e detalhes, então é legal prestar bastante atenção para que você consiga conectar a história inteira. Sem falar nas referências a filmes e músicas que são puro amor!

    Mim tornou-se uma das minhas personagens favoritas. Irônica, ativa, corajosa e um tanto quanto desbocada, ou também como diz ela “uma verdadeira Malone” – é impossível não se identificar pelo menos um pouco com ela. Os outros personagens também são muito bem construídos, com destaque especial à Walt e Beck, melhores amigos de Mim durante essa jornada. Walt é, provavelmente, um dos personagens mais queridos que eu consigo me lembrar,o menino com síndrome de Down chega de maneira simples na história, mas se torna mais que essencial.

    Eu acho que já esgotei meus adjetivos quanto a esse livro, mas a verdade é que eu encontrei exatamente o que estava procurando e ainda mais em Mosquitolândia. Dizer que eu recomendo a leitura é pouco. Amei, amei, amei, e principalmente me surpreendi! Quero mais David Arnold na minha estante já! Enfim, o livro é incrível e já falei que o livro é incrível? :p Então, até a próxima resenha. =)

Retirado do livro: “Acho que o que quero dizer é que aprendi a aceitar minha dor como uma amiga, seja lá qual forma ela assumir. Porque sei que é a única coisa que me diferencia da mais miserável das espécies: os genéricos.” (pág.50)

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Pequenos roqueiros viram lendas do rock para estimular a doação de sangue #doerock

Inspirados nas grandes lendas do rock, três pequenos pacientes em tratamento tiveram seus dias como estrelas da música durante o Rock in Rio 2015. Matheus Leonardo, de 5 anos, Eduardo Francisco, de 10, e Raycelli Levate, de 8, descobriram seu lado rock´n´roll montando uma banda para gravar o vídeo da campanha ‘Rock na Veia’. Todos são pacientes de leucemia linfóide aguda, se trataram com a ajuda das doações de sangue do Hemorio e toparam se transformar em roqueiros por um dia a fim de incentivar a doação de sangue.

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O entrosamento entre as crianças garantiu momentos de muita diversão durante os ensaios. 

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Para Erika Passos, mãe de Eduardo (que está sem quimioterapia há um ano e meio), a doença não foi motivo para se abater e ele se entregou de corpo e alma à campanha por doação de sangue.

– Embora tivéssemos plano de saúde, só fechamos o diagnóstico na rede pública e começamos a campanha para que doassem sangue para o Hemorio. Foi um período bem difícil, mas Eduardo adquiriu uma vontade de viver extraordinária! Desde então, tudo que diz respeito ao Fundão e Hemorio ele faz de coração e se divertiu muito, afirma Erika. > Leia mais

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Resenha: A Vida na Porta da Geladeira – Alice Kuipers

Olá pessoas! Hoje trago mais uma resenha, dessa vez de um livro super rápido de ler, mas que vale muito a pena. A Vida na Porta da Geladeira é um daqueles livros para se passar o resto do dia refletindo, recomendo muito! Caso já tenha lido me conta o que achou nos comentários.

 Claire, de 15 anos, é filha de pais divorciados e sua mãe é uma médica obstetra que raramente tem algum tempo disponível. Por causa do pouco tempo da mãe, as duas conversam quase que diariamente pela porta da geladeira. Ou seja, entre recados colados à porta. Estes recados vão de coisas simples,como listas de compras, a cobranças casuais, como a presença da mãe.
O livro mostra a relação mãe e filha de uma maneira encantadora e o quanto a falta de tempo para a família pode se tornar prejudicial. É impossível não se sentir íntima das duas ao ler os bilhetes, é quase como se você estivesse invadindo a privacidade delas pela maneira como o livro foi escrito. Gostei bastante da narrativa, no início pensei que ia ser chato e confuso de acompanhar, mas a verdade é que tudo flui muito bem. Tem um pouco mais que 200 páginas, mas da pra ler tranquilamente em poucos dias(ou um mesmo), pois algumas páginas chegam a ter só uma ou duas linhas. O livro é o romance de estreia de Alice Kuipers e estou procurando mais autorias dela, já que curti bastante a escrita!

 De uma proposta inovadora, surgiu um livro fofo,tocante e cheio de lições. Indico muito para quem está procurando algo simples, mas ao mesmo tempo com um bom conteúdo. Já li mais de uma vez e continuo me emocionando com a história.

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Quando a mente orgulhosa mente.

Considero válido todo o tipo de orgulho e a força que essa palavra tem. É através disso que nós nos sentimos importantes e pertencentes a um espaço.

Então porque não ser orgulhoso?

O meu medo e o de muitos é encarar a dificuldade das coisas quando você tem a responsabilidade de largar as fraldas. É difícil e inegável, mas ao mesmo tempo, imprescindível para sobreviver. E não falo somente do externo e dos perigos que o caminho pode levar, mas dos conflitos internos que nossa trapaceira mente coloca na pontinha do nosso nariz. Se você já percebeu que isso acontece todos os dias, considere-se um herói. Encarar uma dificuldade é prova de que por mais trapaceira sua mente seja, você ainda consegue jogar sujo e sair bem de determinadas situações. > Leia mais

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