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Você não é um fracasso, você é um humano

Eu sei o que você está pensando.

Em certo momento da vida você percebeu que largou a sua própria mão. Não se reconhece mais, não tem prazer na sua rotina e aqueles sonhos, ah, aqueles sonhos. Aqueles sonhos ficaram todos pra trás.

O maior problema é que você não desistiu dos seus sonhos, você não chegou à conclusão de que era melhor deixá-los pra lá. Você ainda quer fazer acontecer e quer realizá-los, mas sente que eles estão tão longe.

oi

Longe porque você está cansado, longe porque a sua força de vontade hoje em dia é apenas um traço ou um ponto.

Três pontos, três traços, três pontos.

E você sabe que tem capacidade pra conquistar os seus sonhos. Você sabe e é esse saber que consome você por dentro.  Você não desistiu dos seus sonhos, você não chegou à conclusão de que era melhor deixá-los pra lá, mas eles continuam longe.

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Resenha: Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

2 (1280x853) 1 (1280x853)  E aí, tudo bem? Depois de um tempo sem aparecer, cá estou – eu sempre volto, viu? Recentemente li Por Lugares Incríveis e de tão incrível(quanta criatividade) decidi que esse livro merece ser compartilhado várias e várias vezes. Minha indicação pra vocês hoje é essa e confiem em mim, porque é lindo demais!

Por Lugares Incríveis conta a história de dois adolescentes, Finch e Violet. Violet Markey é aquele esteriótipo de garota perfeita, popular, que tem uma família perfeita e além de tudo é linda. Até que sua irmã morre em um acidente e sua vida passa a ser bem diferente. Já Finch sempre foi considerado a “aberração” na escola, um garoto com uma série de problemas um tanto quanto misteriosos e alguns sumiços repentinos, além de uma família totalmente desestruturada. Até que um dia o destino junta esses dois na Torre do Sino na escola, onde eles pretendiam pular e bom, se matar. Entretanto acabam salvando um ao outro. A partir daí e de um trabalho de geografia, os dois partem em suas andanças – como bem diz Finch.

Lançado pelo selo Seguinte da Companhia das Letras no ano passado, Por Lugares Incríveis tem recebido comentários ótimos por aí e não é pra menos. Já deixo dito aqui: é lindo! Eu sei, eu sei, pode soar meio clichê. Tem um garoto, uma garota daí todo mundo sabe o que acontece. E é claro que é clichê em vários momentos, mas hoje em dia, pouca coisa não é. A questão é que a essência do livro é incrível. Lida com assuntos muito delicados de uma forma simples, além do luto, o amor, a superação e transtornos psicológicos também são mencionados. É claro que você chega ao final da leitura em meio a um turbilhão de emoções. Esse é um daqueles livros que dá vontade de sair marcando tudo – se não fosse considerado um pecado riscar livros haha. Tem cada frase, e por trás dos detalhes sempre se encontra algo muito maior. Apesar de ter INFINITAS diferenças, o livro pra mim foi uma mistura de Cidades de Papel e Quem é você, Alasca?  do John Green. Não por ser parecido, mas pela essência dele mesmo e pelas coisas que ele passa. Contando que Quem é você, Alasca? é um dos meus preferidos, é claro que Por Lugares Incríveis foi um maravilhoso acréscimo às minhas leituras.

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Além disso, o livro é narrado tanto por Violet quanto por Finch, que alternam os capítulos. Falando no Finch, ele é um personagem bem complexo, singular. Nem preciso dizer que em poucas páginas ele se tornou um dos meus favoritos. Sem falar nessa capa, que é linda! Falando bem a verdade, o livro é todo lindo! Depois de ler fui procurar um pouco mais sobre a autora, e esse foi o primeiro livro destinado à jovens de Jennifer Niven – ela tá mais do que de parabéns, viu? E tem mais: a adaptação cinematográfica está confirmada!

Definitivamente, um livro essencial. Sucinto, emocionante e bem escrito, Por Lugares Incríveis merece várias estrelinhas. Quem já leu ou quer ler, não esquece de dar uma passadinha aí nos comentários. Até breve =)

Ah, esse post também foi para o meu blog, então clica aqui e acessa lá!

Retirado do livro: “Você me faz te amar. E essa deve ser a maior coisa que meu coração já foi digno de fazer.” (pág. 315)

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Chegou o trailer do filme da Dory!!!1!

Ela nos ensinou a continuar a nadar, falar baleiês e com certeza representou muitos de nós nas telonas com a sua super hiper mega memória e o seu jeito durão também, né?

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Pois chegou o momento de curtir um filme só da Dory, é lindo e eu sei que você vai se emocionar!

AHHHHH MEU DEUS QUE DEMAAAAAAAAAIS!!!!!

Ok, respira, relaxa…

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O filme só chega ano que vem e por isso temos que ter paciência e enquanto isso continuar a nadar.

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A vida é estranha…demais.

Se você pudesse voltar no tempo, mudaria muita coisa da sua vida?

Aquele choro sem sentido, o conselho errado ou a rua sem saída. Tudo vira enredo e muitas vezes temos a vontade de apagar do nosso livro da vida, alguma fase ou sentimento ruim. Isso poderia trazer duras consequências sem que tivéssemos uma segunda chance. Assim é a vida. única e insubstituível. 

Sou gamer assumido. Minha família e amigos sabem.  Jogo videogame desde catatau e me vejo no futuro um velhinho gamer.

Hoje eu vou dar uma dica de um jogo bem light que mexeu com os meus sentimentos e me fez ficar preso na frente da TV por um bom tempo, refletindo como seria a minha vida, se eu pudesse reverter certas ações.

Deixa só eu explicar o termo “Light”. Passei um bom período na infância tomando controlada na cara quando jogava com os meus primos. Muita gente tem essa falta de coordenação, e não posso julgar. Eu mesmo sou total descoordenado para certas coisas.

Chamo esse game de “Light” pois não exige grandes malabarismos no controle, tal qual grande experiência como gamer pois estamos falando aqui de um universo de certa forma novo, mas que vem se tornando bem popular, o chamado “interactive game”

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Resenha: Mosquitolândia – David Arnold

    E aí, pessoal! A resenha dessa semana é de Mosquitolândia, um livro super diferente e que merece ser lido! Não esquece de deixar nos comentários o que achou do livro ou se tem vontade de lê-lo. E bora pra resenha!

    Mary Iris Malone, ou apenas Mim, é uma garota de 16 anos que mora com o pai e a madrasta em Mississippi. Com uma personalidade forte, Mim desde o início deixa claro que não está nada bem e é uma personagem um tanto quanto complicada. Após escutar uma conversa entre o pai e a madrasta, Kathy, Mim descobre que sua mãe está doente e então parte(foge, melhor dizendo) para Cleveland, seu antigo lar, atrás de Eve, sua mãe.

    Mosquitolândia é o primeiro livro de David Arnold e a minha única vontade é bater palmas pra esse carinha incrível. Esse livro foi um acaso maravilhoso. Com uma capa fofa e um nome esquisito, achei-o na livraria da Travessa(também conhecida como paraíso) e confesso que nem esperava tanto assim. O livro foi lançado por aqui pela editora Intrínseca! Além de uma diagramação impecável e várias surpresas, Mosquitolândia se tornou um dos meus preferidos.

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     A grande maioria dos livros infanto-juvenis se tornam uma coletânea de draminhas e romances e isso me incomoda bastante. Mosquitôlandia vai bem além: trata de problemas familiares,amizades, incertezas, depressão, remédios desnecessários e um tanto de outros “assuntos pesados” – como diz Mim. O livro começa direto e reto, sem muita enrolação, o que me deixou bem empolgada. Ao longo do livro, além da história em si, Mim lista os motivos pelos quais resolveu fugir em forma de cartas, alternando a narrativa de forma incrível. Uma característica do autor é retomar assuntos e detalhes, então é legal prestar bastante atenção para que você consiga conectar a história inteira. Sem falar nas referências a filmes e músicas que são puro amor!

    Mim tornou-se uma das minhas personagens favoritas. Irônica, ativa, corajosa e um tanto quanto desbocada, ou também como diz ela “uma verdadeira Malone” – é impossível não se identificar pelo menos um pouco com ela. Os outros personagens também são muito bem construídos, com destaque especial à Walt e Beck, melhores amigos de Mim durante essa jornada. Walt é, provavelmente, um dos personagens mais queridos que eu consigo me lembrar,o menino com síndrome de Down chega de maneira simples na história, mas se torna mais que essencial.

    Eu acho que já esgotei meus adjetivos quanto a esse livro, mas a verdade é que eu encontrei exatamente o que estava procurando e ainda mais em Mosquitolândia. Dizer que eu recomendo a leitura é pouco. Amei, amei, amei, e principalmente me surpreendi! Quero mais David Arnold na minha estante já! Enfim, o livro é incrível e já falei que o livro é incrível? :p Então, até a próxima resenha. =)

Retirado do livro: “Acho que o que quero dizer é que aprendi a aceitar minha dor como uma amiga, seja lá qual forma ela assumir. Porque sei que é a única coisa que me diferencia da mais miserável das espécies: os genéricos.” (pág.50)

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Pequenos roqueiros viram lendas do rock para estimular a doação de sangue #doerock

Inspirados nas grandes lendas do rock, três pequenos pacientes em tratamento tiveram seus dias como estrelas da música durante o Rock in Rio 2015. Matheus Leonardo, de 5 anos, Eduardo Francisco, de 10, e Raycelli Levate, de 8, descobriram seu lado rock´n´roll montando uma banda para gravar o vídeo da campanha ‘Rock na Veia’. Todos são pacientes de leucemia linfóide aguda, se trataram com a ajuda das doações de sangue do Hemorio e toparam se transformar em roqueiros por um dia a fim de incentivar a doação de sangue.

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O entrosamento entre as crianças garantiu momentos de muita diversão durante os ensaios. 

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Para Erika Passos, mãe de Eduardo (que está sem quimioterapia há um ano e meio), a doença não foi motivo para se abater e ele se entregou de corpo e alma à campanha por doação de sangue.

– Embora tivéssemos plano de saúde, só fechamos o diagnóstico na rede pública e começamos a campanha para que doassem sangue para o Hemorio. Foi um período bem difícil, mas Eduardo adquiriu uma vontade de viver extraordinária! Desde então, tudo que diz respeito ao Fundão e Hemorio ele faz de coração e se divertiu muito, afirma Erika. > Leia mais

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