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Fofura do dia: Polvinho tímido se esconde nos tentáculos

Olha que coisa mais fofa! Esse polvinho tímido se escondendo nos seus tentáculos!

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Esse é o Polvo Dumbo, que recebe esse nome por ter orelhinhas que lembram o elefantinho da Disney, mas seu nome cinentífico é Grimpoteuthis. 

Acho que ele estava se escondendo da luz dos pesquisadores que devia estar incomodando seus olhinhos :(

Os Polvos Dumbos, são uma espécie rara e difícil de encontrar, pois vivem apenas em águas profundas. Alimentam-se de vermes, bivalves e da grande variedade de crustáceos existentes a estas profundidades. Ao contrário da maior parte dos polvos, o polvo-dumbo engole a sua presa toda, de uma só vez.

Curiosidade do dia, lembra do polvinho do Procurando Nemo? Ela é uma Polvo Dumbo também <3

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O que te faz ter um #bomdia?

Nada melhor que começar o dia bem, com alegria, bom humor e toda energia, não é? Parece que tudo rende, o dia fica mais colorido e conseguimos aproveitar o nosso tempo da melhor forma possível. Hoje quero saber o que te faz ter um bom dia! O meu bom dia? Ah… é só olhar aí.

Ter um #bomdia é ser acordada para tomar café com a companhia mais fofa.
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Bom dia para quem começou o dia A-B-S-U-R-D-A-M-E-N-T-E atarefada.
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Ter um #bomdia é ser surpreendida por uma boa ação de alguém inesperado. E que alguém hein?
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E pra você? O que te faz ter um #bomdia? Conta pra mim nas suas redes sociais com #bomdia e eu vou compartilhar as mais legais :D

 

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Permita que alguém ame você

Certo dia, sem convite ou anunciação, recebi a seguinte mensagem:

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Não fui grosseira, afinal não foi uma mensagem ruim, entendi o carinho da pessoa e continuei até conversando pra ver onde isso ia dar. A sua preocupação era porque eu havia postado em certa época que havia “descartado” alguém por ter um gosto musical diferente do meu. Sua sugestão era que eu não devia ser tão exigente para me envolver e que alguém diferente poderia ser bom para mim. Respondi:

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Fiquei pensando tanto sobre o assunto que resolvi escrever aqui para conversar com vocês sobre algo que aprendi neste processo de mudança de vida, autoconhecimento e aprendizado.

Conforme amadurecemos, aprendemos que tudo acontece na hora certa e por um motivo. As conexões humanas são coincidências da vida, mudanças e acontecimentos imprevisíveis, seja um amigo que você faz, uma pessoa que te sacaneia ou um amor que você encontra. Parece loucura, mas não há porque não acreditar nisso. Quando conseguimos conectar os pontos e entender que tudo que aconteceu no nosso passado formou quem somos hoje, percebemos o quanto a vida é uma experiência louca e o quanto isso é lindo.

Ao perceber que não temos controle sobre estes acontecimentos simplesmente paramos de nos preocupar e isso também é ótimo, pois nos focamos no que realmente podemos controlar.

Eu me foquei na minha carreira, no meu emagrecimento, na minha evolução como ser humano e em fazer o bem para outras pessoas, pois isso tudo eu tenho como controlar e fazer acontecer afinal só depende de mim.

O amor não é assim, não é algo controlável ou que a gente decide quando ele vai aparecer. Isso significa que fechei as portas para o amor ou que não permito que ele aconteça? Claro que não.

Porém depois de ter sofrido tanto querendo agradar outras pessoas, vivido tanto com gente que não tinha sintonia comigo e fazendo coisas que não me deixavam feliz simplesmente para que outras sorrissem, eu entendi que não havia por que me envolver com alguém que não complementasse a vida que já tenho, pois o amor da pessoa que mais importa na minha vida eu já tenho que é o meu.

Ah Ana, mas só ter gosto musical diferente não é motivo para “descartar” alguém.

E se para mim for? E se para mim música for uma coisa tão importante e que signifique tanto que eu não consiga me atrair por alguém que escuta coisas que não me agradam? E se eu realmente não tiver a mínima intenção de me envolver com alguém que não compartilhe do mesmo amor por viagens que eu? E se eu me recusar a ficar com alguém que acha que pode me controlar? E se eu não conseguir gostar de alguém que não me faz rir? Acho que isso só diz respeito a mim, não é?

Muitos homens se aproximam de mim com formas antigas de ~galanteios~, mostrando conta bancária, carro, músculos ou uma pseudo proteção para uma pseudo fragilidade que, segundo eles, eu deveria ter.

Felizmente não necessito de conta bancária de outra pessoa, carro não é algo que me impressiona, aprecio muito mais as ideias que o corpo de alguém e estou longe de ser uma pessoa frágil, logo, não preciso de proteção.

Ahhhh, Ana, assim você vai ficar sozinha.

Aí eu pergunto para você: Onde está o grande problema?

Estar sozinha não é nem um pouco ruim e eu não vejo sentido em estar com alguém simplesmente para evitar a solitude. Isso não faz bem, nem para mim, nem para a outra pessoa, pois o sentimento não é verdadeiro.

Eu não acredito que vá ficar sozinha para sempre por ser seletiva com as pessoas que deixo entrarem na minha vida, porém, gosto tanto de como vivo, quem sou e das coisas que faço que se, por um acaso, isso acontecer, não será um problema.

Se, ou quando, o amor chegar na minha vida, será para complementar o que já acontece, com alguém com quem eu me sinta à vontade, consiga conversar sobre assuntos diversos e que saiba me fazer rir. Não vamos precisar um do outro, muito menos ter sentimento de posse, estaremos juntos por que faz bem a ambos, sem sacrifícios ou controle. Será simples, feito de respeito e carinho.

Se for pensar, nem tão exigente sou, pois eu permito apenas o que faz bem.

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