Você já comeu fruta hoje?

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Confesso que nunca foi o meu forte e que desde criança eu tinha “nojinho” de comer frutas. Nada me convencia a trocar um super sanduíche com presunto e maionese por mamão ou banana. Inclusive, a única forma que a minha mãe descobriu para me fazer comer frutas era pagar por isso. Sim! Ela pagava R$0,50 por pedaço de maçã que eu comesse, depois de um tempo eu aumentei o preço e ela passou a pagar R$1,00, ou seja, eu recebia cerca de R$4,00 reais por maçã que comesse, só conseguia ver isso.

Depois que comecei o #ProjetoAnaGostosa, consegui organizar toda a minha alimentação, menos a parte das frutas, por isso recebi um puxão de orelha da Dra. Fernanda, nutricionista da Cia Athletica, “Ana, você tem que comer no mínimo duas frutas por dia”.

Depois de me forçar muito, consegui finalmente encontrar o prazer no gosto das frutas. Sinto que a minha digestão melhorou muito e que realmente é possível ficar satisfeita no lanche da tarde comendo uma maçã, ou banana, ou mamão, ou melão, ou melancia, ou… enfim.

Só sei que vale a pena. Você já comeu fruta hoje?

O Desconforto do Conforto

In the mind  s prison by Animagia O Desconforto do Conforto
Maldita zona do conforto. Uma jaula que nos aprisiona sem mesmo percebermos, nos envolve na rotina e monotonia que, aos nossos olhos, não parece prejudicial. As coisas não estão bem, as coisas não estão mal, elas simplesmente estão.

Vim para São Paulo decidida a mudar de vida, e de fato mudei, porém depois de quase 1 ano morando aqui, me vi presa no desconforto do conforto, me contentei com a rotina e acabei esquecendo do meu primeiro objetivo quando vim para cá. Fui engolida pela cidade.

Cotoveladas na estação de trem, fedor do rio Pinheiros, trabalhar o dia inteiro entre gravatas e saltos altos, ter somente 10 minutos de sol por dia, não ter tempo para me dedicar para os meus objetivos, não ter tempo para lembrar de mim. Tudo isso começou a ser normal, rotineiro, “confortável”. Não foi pra isso que vim pra cá, não foi pra isso que fiquei tão longe da minha família.

Mais uma vez, estou prestes a tomar uma decisão que vai mudar a minha vida, mais uma vez, vou apostar em algo diferente, em um último suspiro saio do desconforto do conforto. Vou em rumo ao desconhecido, buscando algo que não sei de cabeça erguida sempre. O que muitos chamam de coragem, eu chamo de loucura. Admito que sou maluca e não consigo me sentir bem em situações confortáveis, preciso de aventuras e desafios. Se não der certo, volto pra casa.

Mas vai dar, tem que dar.