Saúde

Whole 30 – O dia que me apaixonei por um livro

Há mais ou menos uns 6 meses um livro foi entregue pela editora Sextante na minha casa. Se tratava do Whole 30, um livro com um programa alimentar para emagrecer e ter mais saúde com comida de verdade. Não dei muita importância no momento, segui minha vida e o livro foi parar na estante.

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Com a virada do ano e a descoberta de um novo amor na minha vida (o Crossfit) achei que seria um bom momento para uma nova reeducação alimentar, pois o Crossfit é uma atividade que exige alto rendimento e nos últimos anos me vi refém do pão e de carboidratos, mesmo que complexos, novamente. Eu decidi que me desafiaria a uma desintoxicação de 15 dias dos pães, carboidratos e grãos, foi então que o Whole30 ficou me olhando lá da estante.

“Será que esse livro pode me ajudar? Vou dar uma lida, vai que né…”

Resolvi lê-lo e foi amor à primeira virada de página.

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Eu percebi que estava certa em querer uma desintoxicação, porém 15 dias não seriam o suficiente. Lendo o livro fui convencida que precisava de 30 dias livre de carboidratos, cereais, leguminosas e principalmente açúcar. Decidi me comprometer.

Vou fazer o Whole 30. Serão 30 dias de foco total e desintoxicação.

O livro é tão completo que tem um monte de receitas deliciosas para tornar essa jornada mais gostosa e tem várias páginas de perguntas e respostas para poder me ajudar a seguir em frente.

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Adorei a linguagem do livro e a forma rígida e direta que ele trata quem se propõe a começar o programa, você se sente desafiado e tem vontade de concluir.

“VOU MOSTRAR PRA ESSE LIVRO QUEM É QUE É FODÃO AQUI! ELE VAI VER!!!”

Hoje estou no dia 2 e por enquanto a empolgação reina aqui, todos os dias no fim do dia virei escrever o que comi e como estou me sentindo com esse desafio, quem vem comigo?

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Pequenos roqueiros viram lendas do rock para estimular a doação de sangue #doerock

Inspirados nas grandes lendas do rock, três pequenos pacientes em tratamento tiveram seus dias como estrelas da música durante o Rock in Rio 2015. Matheus Leonardo, de 5 anos, Eduardo Francisco, de 10, e Raycelli Levate, de 8, descobriram seu lado rock´n´roll montando uma banda para gravar o vídeo da campanha ‘Rock na Veia’. Todos são pacientes de leucemia linfóide aguda, se trataram com a ajuda das doações de sangue do Hemorio e toparam se transformar em roqueiros por um dia a fim de incentivar a doação de sangue.

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O entrosamento entre as crianças garantiu momentos de muita diversão durante os ensaios. 

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Para Erika Passos, mãe de Eduardo (que está sem quimioterapia há um ano e meio), a doença não foi motivo para se abater e ele se entregou de corpo e alma à campanha por doação de sangue.

– Embora tivéssemos plano de saúde, só fechamos o diagnóstico na rede pública e começamos a campanha para que doassem sangue para o Hemorio. Foi um período bem difícil, mas Eduardo adquiriu uma vontade de viver extraordinária! Desde então, tudo que diz respeito ao Fundão e Hemorio ele faz de coração e se divertiu muito, afirma Erika. > Leia mais

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Relato da minha primeira corrida: o dia que a velhinha de chinelo passou por mim

Desde que recebi a notícia que não poderia fazer musculação, vôlei ou qualquer outra atividade que forçasse demais meu corpo por um ano, o meu desafio tem sido encontrar o prazer do exercício na corrida. Não tem sido fácil. Eu nunca fui fã de corrida, tenho vergonha e é difícil iniciar uma atividade que me desagrada, mas tenho me dedicado muito para que seja cada vez menos doloroso e mais prazeroso correr por aí.
Com a ajuda de apps de corrida e uma boa playlist no ouvido, os desafios das corridas pelos parques têm sido enfrentados e vencidos, até que recentemente surgiu mais um: o pessoal da Track&Field do Iguatemi me convidou para correr os 5km do circuito Track&Field Run Series.

Quando li o email a minha primeira reação seria dizer não.

Eu? Correr uma corrida de verdade? Não estou preparada o suficiente. Faz apenas dois meses que comecei a correr. Eu não consigo correr direto, sempre alterno corrida e caminhada. E se eu terminar em último? E se eu não conseguir terminar?

Mesmo assim resolvi dizer sim, mas durante a semana da corrida eu pensei em desistir e não correr. Eu não queria passar vergonha. Eu estava com medo. Deixei para buscar meu kit na última hora e estava fazendo de tudo para não correr, eu não queria correr, eu não queria fracassar.

A experiência de não poder me exercitar como gosto e ter meus movimentos limitados pelo pós operatório de cirurgias tão intensas tem sido muito complicada pra mim. Perdi os músculos das pernas que estão flácidas e gigantes, não tenho mais força no abdome e braços. Me sinto limitada e sinto medo de não voltar a ser a Ana forte e atleta que fui. Eu estava com muito medo.

Mas, como sempre, eu sabia que podia contar com os meus anjos da guarda. Postei a foto do kit de corrida, pedi palavras de apoio e recebi a motivação que precisava para acordar às 5:45 na manhã de domingo.

Na noite de sábado ainda entrei em contato com a minha mãe para que ela fosse me ver correr. Nada melhor que o amor de mãe pra me fazer acreditar que eu poderia terminar a corrida. Acordei no domingo me sentindo indisposta, mas precisava ter energia não só para mim, como para meu namorado e seu filho que estavam comigo naquela manhã. Fiz um café forte e um pré treino maravilhoso para ter energia:

Panqueca de banana e aveia

  • 1 banana média esmagada
  • 1 ovo
  • 2 colheres de aveia em flocos
  • canela
  •          – mexa tudo em uma tigela com um garfo e coloque na frigideira que deve estar pré aquecida.

    Comi tudo, peguei um taxi e fui para o shopping. Meu coração estava acelerado, minhas pernas tremiam e eu ainda me sentia muito indisposta. Ao chegar no Iguatemi, às 7:35, fiquei impressionada com a infra estrutura da corrida. Eu nunca tinha participado de uma coisa dessas, não sabia como funcionava. Era tudo gigante, vários quiosques, muitas pessoas e uma organização impecável. Coloquei o meu chip no pulso esquerdo, me despedi da minha mãe e fui para a área de alongamento. Eu estava muito nervosa. Meu deus como eu estava nervosa.
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    Eu tinha medo de não ter energia para a corrida e resolvi comer um pré treino em gel “vou comer esse treco, vai que ajuda”, ECA! AQUELE TRECO ERA DOCE DEMAIS! PARECIA DOCE DE LEITE DE BISNAGUINHA.

    Fiquei com aquele gosto horrível na boca. Liguei o app de corrida que me preparava para começar o exercício. A moça do microfone começou a animar o pessoal e disse “Todos prontos?! Vamos fazer a contagem regressiva?? 3…2…1… FOI DADA A LARGADA!”. 

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    Uma revista de corrida colocou uma gordinha na capa e a internet surtou!

    Encontrar uma gordinha em capa de revista é algo raro/quase impossível né? E em revista de esporte? Vish… nem se fala! Todos os corpos são esculturais, malhados e chegam a ser até um desânimo para quem quer começar a fazer qualquer atividade física, mas mês passado isso mudou um pouquinho quando a revista Women’s Running resolveu colocar a modelo Erica Schenk na capa.
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    Erica é corredora e foi a primeiro modelo plus-size a fazer parte da revista.

    Modelo e Corredora

    Ao ser perguntada do por quê da decisão, Jessica Sebor, a editora chefe da revista respondeu que há um estereótipo que todos os corredores são magrinhos e este não é o caso, as pessoas que correm são de todas as formas e pesos. Você pode ir a qualquer linha de chegada de uma maratona de 5km e verá que é verdade. E é muito importante que celebremos isso”. Ela continua “Eu acho que toda mulher quando vê uma prateleira de revistas, muitas vezes não se sente representada, pois não se vê nas capas. Nós queríamos que as nossas leitoras pudessem se reconhecer na nossa”. 

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    Depressão e ansiedade desenhados para você entender

    Depressão e ansiedade são duas doenças que muitos têm, porém muitos não entendem. Quem não sofre de depressão e ansiedade normalmente classifica o quadro como frescura, mimimi ou algo que o deprimido inventa como desculpa pra não fazer as coisas ou tomar atitude perante a vida.

    Mas não é tão simples assim, são doenças que prejudicam e matam, e por isso precisamos prestar atenção para poder ajudar quem sofre.

    Frases como

    Você precisa tomar um ar
    Já tentou simplesmente não ter depressão?
    Você é preguiçoso, é só sair da cama!
    É muito drama por nada, tome uma atitude.

    não ajudam em nada e só pioram a situação da pessoa. Os quadrinhos que você verá a seguir são o trabalho do artista Nick Selçuk que resolveu ilustrar o depoimento que uma das suas leitoras, Sarah Flanigan, compartilhou.

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    Anúncios de moda pela mulher real

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    Nathalie Croquet, que trabalha com moda há mais de 30 anos, resolveu ir para a frente da câmera e ser a modelo para recriar grandes peças publicitárias. A ideia das fotos não foi apenas por diversão, ela quer gerar uma discussão sobre “Mulheres, consumismo, retoques, cosméticos, envelhecimento e beleza”. Assim foi criado o projeto SPOOF.

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    Croquet posou para > Leia mais

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